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Fedora 18, Spherical Cow? Mesmo?

janeiro 25, 2013 Deixe um comentário

F18-alpha-wallpaper-normalish-i

Com o lançamento do Fedora 17, codinome Beefy Miracle, como descrito no último post, expressei meu medo de que um nome ainda pior poderia vir, devia ter ficado de boca, ou blog, fechado. Spherical Cow realmente superou minhas expectativas mais pessimistas de pra onde esse processo está indo.

Deixando a decepção de lado, voltemos às impressões causadas pela versão, aquela-que-não-se-deve-nominar. Houve grandes mudanças, inclusive o instalador reescrito do zero, o que gerou um atraso nunca visto para um lançamento, de novembro passou a janeiro do ano seguinte. Não sei nem qual será o impacto nos próximos lançamentos se maio e novembro serão mantidos ou se tudo vai ser atrasado em 3 meses. A nova cara do anaconda:

fedora18

Anaconda na tela principal

Dessa vez, por conta da demora toda para o lançamento da nova versão, instalei o Fedora 18 Beta e cheguei a ficar usando por alguns dias, mas principalmente pela falta dos pacotes do rpmfusion (umas outras coisas, mas com menor importância), preferi voltar a usar o 17, que mantive funcionando em outra partição.

As diferenças no instalador são muitas, mas nada que alguém que já tenha instalado umas 3 ou 4 distros diferentes não dê conta com um pouco de atenção. Não há necessidade de consultar qualquer material se tem alguma experiência com instalações Linux, se não é o caso, já existem diversos tutoriais por aí explicando isso.

Duas coisas me incomodaram bastante nessa mudança no anaconda (o instalador), a configuração do teclado e a personalização dos pacotes. A primeira procura facilitar a escolha do teclado, mas o faz de maneira descuidada, eu explico, não seleciono mais os modelos de teclado, aceito a escolha automática combinada com a escolha de idioma ou escolho numa lista curtíssima (apenas 6 para português do Brasil), que para o meu caso, por exemplo, não atendem. Ao invés de selecionar um layout de teclado, baseado na minha escolha de idioma tenho algumas escolhas, das 6 que me deram, a que mais se aproxima do meu é o teclado português brasileiro, sem outras especificações.

Isso deixa uma monte de teclas ‘mortas’ e pelo menos no ambiente Gnome, impede a acentuação gráfica. Quase voltei à versão 17 só por esse problema, mas minha surpresa ao ver que usando o KDE, como é de minha preferência, ainda posso escolher o teclado pelo layout e não tenho qualquer outro problema com isso, me fez permanecer.

O segundo problema do instalador é que a opção de personalisar a escolha de pacotes foi eliminada e apenas a opção do perfil principal se manteve, isso permite escolher entre Gnome Desktop, KDE Plasma Workspaces, XFCE Desktop, LXDE Desktop, Suger Desktop Enviroment, Development and Creative Workstation, Web Server, Infrastructure Serve e Minimal Install. As opções são mutuamente excludentes e os pacotes selecionados em uma opção não ficam selecionados se a opção for alteraada. As duas próximas imagens mostram a diferença entre a tela antiga e a tela nova.

Anaconda versão antiga

Anaconda versão antiga

anaconda versão nova


Anaconda versão nova

Ao selecionar uma opção qualquer o usuário poderia ou personalizar cada pacote, agora não pode mais e ainda é impedido de selecionar pacotes de outra opção, o que limita muito a instalação e torna o DVD completo uma opção inútil, já que há uma spin do Fedora para cada uma dessas opções e não há como instalar pacotes de mais de uma delas. Parece pouco inteligente e também muito com o comportamento de instalações de softwares proprietários.

Depois de ter ficado bastante desapontado com a escolha do nome e depois com os problemas decorrentes da alteração no instalador, foquei positivamente, na instância que acara de instalar na partição principal, com a partição /home do meu usuário. Fiz as instalações de costume como quando mantinha a Wiki do Fedora, para ver se todas as alterações pós-instalação estavam funcionando bem antes de atualizar a wiki. Tudo correu bem, fora alguns problemas com o yumex, que aparentemente já resolvi.

E como disse numa discussão com usuários Fedora numa lista há uns dias atrás, comentando esses problemas, ‘Enfim, apesar de tudo acho melhor o Fedora ainda e sempre gostei do RH mesmo’. Acho q é coisa de fanboy, mas talvez demore a achar uma distro que me satisfaça, aí vou reclamar de tudo que o Fedora tem mudado e os usuários não tem gostado, mas vou continuar usando.

Fedora 17, impressões

maio 31, 2012 1 comentário
fedora 17

Tela do Fedora 17 com KDE

Esse foi um lançamento para o qual eu não estava particularmente ansioso. Sempre quero ver as novidades, o que tem de diferente para a versão que me “acostumei” (quando muito uso por seis meses antes de trocar pela seguinte) e muitas vezes procuro algum dos mirrors que possa ter deixado disponível antes por engano.

Dessa vez acompanhei de longe, fui lembrado por uma mensagem alguns dias antes e no dia do lançamento repeti o procedimento, baixei assim que possível. A instalação tinha algumas diferenças, notei depois que tinha acabado que alguns passos não tive de fazer, foi mais rápido.

As principais novidades que se encontra em quase todo lugar (também vai encontrar aqui) são:

  • Linux kernel 3.3.4;
  • GNOME 3.4;
  • KDE SC 4.8;
  • Firefox 12;
  • GIMP 2.8;
  • GCC 4.7;
  • OpenJDK 7;
  • PHP 5.4;
  • Suporte a multitouch;
  • Integração do systemd; e
  • OpenStack Essex.

Existem outras, claro, mas essas chamam mais a atenção e são maiores em alguns casos. Tudo funcionando pouco tempo depois de resolver instalar, como sempre do zero, formatando a partição /, mas isso já é o padrão, seria uma decepção se não acontecesse. Agora é tentar acostumar com esse nome, Beefy Miracle, que aqui entre nós, está ficando cada vez pior, tenho até medo do próximo.

Fedora 15 no ar

maio 24, 2011 Deixe um comentário
Fedora Project

Imagem do site do Fedora

A nova versão do Fedora, o 15, está disponível a partir de hoje, dia 24 de maio de 2011. Como existe uma nova versão a cada seis meses, isso nem chega a ser uma grande novidade para a maioria dos não usuários, mas para quem tem interesse em Linux, dessa vez é diferente. Por quê? Muitas novidades num pacote só, vamos comentar algumas para facilitar o entendimento.

O novo Gnome 3. A primeira distro a adotar a nova e revolucionária versão do Gnome com GTK3. Muita coisa diferente, é um grande passo, e na direção certa, apoio ao upstream. Também uma nova versão do KDE com atualizações interessantes, para quem usa esse gerenciador de janelas, como eu mesmo.

Outro passo bem largo, uma aposta na verdade, é o sistema de arquivos, para quem quiser usar o Ext, não tem problemas, mas estará disponível para os bravos usuários do Fedora, o Brtfs. Por tudo que já li a respeito na net, parece ótimo, outra coisa é formatar sua partição raiz e colocar, será feito ainda hoje.

Mais mudanças, o initd será substituído pelo Systemd, que permitirá, entre outras coisas, o aproveitamento dos processadores de vários núcleos durante a iniciação dos sistemas, tornando o boot ainda mais rápido. Tem o inconveniente de ser bem diferente do que estamos acostumados e teremos de aprender de novo coisas simples como alterar o modo de execução de algum aplicativo.

Outra alteração que vai gerar impacto será a nova nomenclatura dos dispositivos de rede, agora baseada na origem do dispositivo e não apenas no tipo. Isso certamente fará com que vários scripts tenham de ser atualizados, mas como a nomenclatura deve permanecer nesse novo padrão por um bom tempo, é uma vez e pronto, está alterado e pronto para funcionar novamente.

Existem novas versões de diversos aplicativos, mas isso acontece em cada atualização do Fedora, uma que vale a pena citar é o Firefox 4, padrão de navegador do Fedora. São muitas inovações e quebras de paradigma, o Fedora sempre foi inovador, mas vinha tendo atualizações com poucas mudanças e novidades, para ver as mudanças era necessário pular uma versão. Essa tem muita coisa, inclusive para usuários de outras distros testarem, mesmo não adotando o Fedora, porque logo essas coisas podem estar na sua distro preferida, ou não.

Chega de papo, baixe o Fedora 15 aqui.

Participação no Consegi 2011

maio 20, 2011 Deixe um comentário

Consegi 2011

O Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico – Consegi, está na sua 4ª edição (minha 3ª participação) aconteceu em Brasília, nas dependências da ESAF, de 11 a 13 de maio de 2011. O tema para essa edição é Dados Abertos para a Democracia na Era Digital, embora diversos assuntos tenham seu lugar e tenham sido tratados.

No site do evento pode ser encontrada toda a programação de palestras e oficinas oferecidas aos participantes do evento, de uma variedade incrível, apesar da maioria estar ligada ao tema central. Como quase toda a programação era concorrente, seria impossível participar de uma pequena porção, ainda mais de tudo disponível.

o sobre shell script completamente grátis, Participei de algumas palestras a respeito de dados abertos no governo, por ter muito interesse no assunto por conta do meu trabalho, com destaque para a categoria "Dados Abertos, e-Democracia e Gestão de Conhecimento Governamental" e mais especificamente o debate "Dados Abertos e as questões sobre Privacidade, Integridade, Disponibilidade, Credibilidade e Autoria" com a participação de Rufus Pollock da OKFn (Open Knowledge Foundation) e Cláudio Berrondo do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).

O destaque para esse debate em particular é por conta das questões levantadas, de muito interesse para quem se interessa por dados abertos, principalmente no governo. Um bom exemplo seria quais dados podem ser abertos e de qual maneira, como bem lembrado pelo representante do INPI, dados sujeitos a patentes podem gerar outras patentes, logo deve haver um cuidado sobre a licença usada nessa liberação, ou quem libera os dados pode vir a ter que pagar royalties por dados que originou.

Uma solução para esse problema poderia ser uma licença de dados abertos proposta pela OKFn, Open Data Commons, que pode ser do tipo "share-alike", que prevê que os dados abertos usados podem gerar mais dados que também devem ser compartilhados, da mesma forma que os originais.

Outra parte foram as oficinas, ao invés de debates ou explanações, assuntos mais específicos, como mini cursos. Participei de uma sobre o ASES, um software livre do governo, disponível no portal do software público, que analisa sites com relação a qualidade no html, css, baseado no W3C e no e-MAG (padrão do governo para construção de sites e portais) e acessibilidade, incluindo usabilidade e barreiras com relação a visão (para cegos, com diferentes problemas de daltonismo, miopia, glaucoma, entre outros), muito interessante e muito útil, além de promover consciência e inclusão, recomendo muito.

Também participei da oficina de Expressões Regulares do Júlio Neves, que me lembrou mais uma vez da importância e da flexibilidade do shell do Linux, capaz de muito mais do que se imagina e de maneira simples e elegante. Vale lembrar que no site do Julio você encontra um livro sobre shell script completamente grátis, compensa uma visita.

Outra oficina muito interessante foi a do Inkscape, que não pude participar por absoluta falta de vagas, software de desenho vetorial, muito bom e poderoso. Para quem conhece é difícil achar melhor, mesmo entre os proprietários, simples e direto e capaz de rivalizar com o top de mercado sem fazer feio, além de ser de graça. É um dos casos onde o líder só é líder por ignorância de muitos, tive a oportunidade de comparar durante um curso e não achei ferramentas melhores ou mais sofisticadas.

Outra coisa importante foi ter encontrado o pessoal da Transparência Hacker e discutir o projeto de transparência para o legislativo e suas implicações, o que me fez entrar na lista de discussão deles e começar a contribuir com esse e outros projetos em andamento, muito interessantes e importantes para o país.

Por último, mas não menos importante, para ficar com o clichê, mas que é verdade, participei do Installfest, com uma sala exclusiva durante o evento. Pude participar durante duas tardes, ajudando novos usuários com suas dúvidas a respeito de Linux e também ter duas sessões exclusivas para o Fedora, mostrando aos participantes o passo-a-passo da instalação do Fedora 14 numa máquina virtual, com otimização de particionamento, alguns macetes e dicas pós instalação.

Algumas mídias distribuídas com o pessoal do evento e várias ISO’s copiadas pelos participantes garantiram que o Fedora estivesse acessível a todos os interessados. Também divulguei o lançamento do Fedora 15 e com ele suas principais mudanças, como a versão nova do KDE, o inédito Gnome 3 tão aguardado e com tantas mudanças que pude comentar com o pessoal presente, o novo sistema de arquivos, entre outras novidades interessantes.

Foi um evento interessantíssimo e por isso um post tão longo, mas que vai trazer muita coisa boa para meu desenvolvimento no trabalho e nos projetos que participo, pretendo continuar participando nas próximas edições e pode ser o mesmo para outros para quem posso dizer que vale a pena estar lá.

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FLISoL DF 2011

abril 13, 2011 3 comentários

FLISoLDFNo último sábado, dia 09/04/2011, ocorreu em várias cidades da América Latina o FLISoL, Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre. Em Brasília, ocorreu nas dependências da UNEB, uma faculdade particular da cidade.

Foram distribuídos quase 100 CD’s com o spin do BrOffice.org do Fedora, feito especialmente para atender as necessidades do público brasileiro. Além disso, durante o install fest, a troca de ideias com pessoal representando algumas distros Linux proporcionou uma atualização de parte a parte sobre as novidades em cada uma. Várias pessoas puderam ter uma versão do Fedora instalada em seus notebooks e orientações de como usar o sistema para novatos no mundo do Software Livre, especificidades do Fedora e outras informações.

Alguns DVD’s com a versão completa do Fedora 14 foram colocadas à disposição tanto de usuários interessados quanto da organização do evento para promoção do Fedora.

O Chico Fedora proferiu uma palestra sobre o Fedora, falando sobre as características principais, o funcionamento do Projeto Fedora no Brasil e no mundo, tirando dúvidas e até distribuindo alguns brindes para os participantes.

Ao final do evento, durante a cerimônia de encerramento, alguns números do evento foram divulgados:

  • 1838 inscritos
  • 582 presentes
  • 33 palestrantes
  • 3 caravanas
  • 10.6 GB de download em 6 MB de banda

O sistema desenvolvido para as inscrições será disponibilizado para todas as outras edições do FLISoL espalhadas pela América Latina, mostrando envolvimento e que a ideia foi abraçada durante o evento.

O evento teve cobertura no jornal eletrônico Esporte & Cia e do jornal local da Rede Globo, DFTV, demonstrando o crescente interesse que o assunto vem despertando nos diferentes níveis da sociedade.

Foi uma boa oportunidade para encontrar pessoas interessadas em aprender um pouco sobre o mundo do Software Livre e ajudar quem quer fazer parte disso, entendendo pelo menos o básico sobre a filosofia por trás de tudo isso.

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Os nomes do Fedora 15

outubro 27, 2010 Deixe um comentário

A lista de nomes de cada versão do Fedora quase sempre gera alguma controvérsia ou polêmica. Parece um paradoxo, já que os nomes também são sugeridos pela comunidade, num processo que parece um exemplo de democracia. Abre-se um período de sugestões, onde os critérios são claros e mantidos inalterados, depois uma validação desses nomes segundo critérios igualmente conhecidos e alguns desses nomes vão para uma lista menor, para votação, também pela comunidade. Como então gerar controvérsia ou polêmica?

Como a primeira lista é completamente aberta, fora os critérios de criação e eliminação por possíveis implicações legais necessários para a manutenção do próprio processo, há uma gama razoavelmente grande de nomes, alguns de gosto altamente duvidoso. O processo de passar dessa lista inicial para a que será apresentada para votação é que geralmente faz a parte complicada do processo.

Uma versão que gerou uma discussão mais acalorada, pelo menos na comunidade brasileira, foi a 9, que acabou com o codinome "Sulphur", enxofre em português. A discussão girava em torno de nomes considerados muito ruins, como Chupacabra. Sulphur e algum outro foram considerados os menos piores, o mal menor para o Fedora. Com 10 nomes na lista de votação, era difícil escolher, bons nomes que foram aprovados não poderia ser votados e isso levou à discussão.

Como normalmente acontece, a discussão não resultou em nada além de insatisfação por parte de alguns membros da comunidade que não se sentem ouvidos, na minha opinião com bastante razão, mas ficou por aí. Um problema recorrente no mundo Fedora, ser ouvido como membro da comunidade em questões como essa é muito difícil, questionar decisões não é exatamente bem visto. Propor alterações no upstream também já gerou esse tipo de conflito, o que pode soar estranho, mas nem toda proposta de alteração é encarada assim. Tive um problema com o YumEx, que causava problemas com meu tipo de conexão, um caso bem particular, justiça seja feita, uma nova versão que me atendia foi publicada em 2 semanas.

Voltando ao tema inicial, o período de sugestões de nomes para o Fedora 15 se encerrou há pouco, nomes foram cortados por ter link fraco (esse é um dos critérios), por não seguirem o critério de criação ou por outras razões. Sobrou uma lista de nomes para serem colocados na lista a ser votada e alguém tem que fazer essa lista. Provavelmente não é um trabalho muito popular. A lista em votação tem apenas 5 nomes, o que aumenta consideravelmente o problema de ter opções, tudo bem diminui o problema de um nome pouco votado ganhar, mas é interessante notar que são os primeiros 5 nomes na lista de sugestões, um deles até com advertência. Foi aprovado, mas não estava completamente ok como vários outros da lista que não chegaram à votação.

Será que há realmente esse trabalho de escolher nessa lista depois da validação? Ou os primeiros 5 propostos que forem aprovados são a lista de votação? Fico na dúvida e não acho que perguntar em uma das listas de discussão resolva, como não resolveu em tantos outros casos, fica apenas a dúvida. Aqui nesse ponto os trolls (quem participa de listas de discussão movimentadas ou fóruns sabe o que é o termo, se não é seu caso, procure por essas referências) começariam a especular, "deve estar reclamando porque o nome sugerido por ele não foi para a lista". Uma coisa é verdade, não foi mesmo, mas tem vários lá que agradariam não só a mim como a muitos outros, o motivo não é esse. Não me considero desprestigiado no processo em si, um nome proposto por mim, numa lista de 10, chegou a 4º lugar na votação, não é ruim.

O que me leva a escrever nem é a tentativa de mudar também, até porque não acho que seja o que for que eu diga mudará o processo em alguma coisa. Apenas uma reflexão sobre o processo em si e algumas de suas consequências. Me perguntando, mais do que a alguém que possa ler, se está certo, se deveria ser assim. Será que um nome que recebeu uma advertência na aprovação era melhor que outros aprovados sem ela e até com comentários sobre serem bons? Uma lista de 5 nomes tem mais chance de agradar por forçar uma votação maior no nome vencedor do que desagradar por não trazer os nomes que a maioria gostaria?

Fiz minha parte, sugeri um nome, votei em um da lista apresentada, agora é esperar o resultado e não me empolgar com ele, venha o que vier, como já aconteceu tantas vezes. Aí o troll já começa, "se não gosta, porque não muda de distro?" A resposta é muito simples, até demais, porque eu não quero, gosto dessa e vou ficar com ela, mas como gosto de liberdade (escolhi Linux, não é?) não acho que preciso concordar com tudo, principalmente com o que parece não estar certo.

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Categorias:Fedora, Opinião

Fedora 14 Gold

outubro 27, 2010 Deixe um comentário

O Fedora 14, codinome Laughlin, na última reunião "Go/No Go" foi considerado pronto para lançamento no dia 2 de novembro. A reunião realizada após a análise do RC1 (release candidate 1) tem por objetivo decidir se o lançamento está confirmado. Se algum bug considerado grave ainda não tivesse sido resolvido o lançamento seria adiado. Como não foi assim, essa última semana será dedicada às revisões finais e preparação de lançamento (preparar transferência para os mirrors, divulgação, etc).

Coincidentemente no dia de finados, sai a próxima versão do Fedora, pelo número de mensagens circulando entre os "Fedorans", é uma versão aguardada. Logo saberemos.

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Categorias:Fedora, Linux, Software Livre